terça-feira, 10 de março de 2009

Sistema Solar

Na semana da leitura apresentámos um teatro sobre o sistema solar. Aprendemos muito e também nos divertimos.

Peça de teatro “O sistema solar”

Sistema solar (todos):Nós formamos o Sistema Solar. Somos um conjunto de planetas que giram em volta do Sol, mantidos em órbita pela força da atracção que ele gera.

Mercúrio: sou o planeta mais pequeno do Sistema Solar e o mais próximo do Sol. Tenho temperaturas extremas que alcançam 350º positivos na parte com sol e 170º negativos na parte sem sol. Recebi o nome do mensageiro dos deuses romanos.

Vénus: Sou o planeta mais próximo da Terra. Graças ao meu brilho sou visível a olho nu. Sou conhecido por Estrela da Manhã.

Terra: Conheces-me? Eu sou o teu mundo. Tenho a forma de uma laranja achatada em dois sítios que se chamam pólos. Já volto para falar mais de mim.

Marte: Dizem que sou habitado por Marcianos, mas isso…ainda terá que ser provado porque sou desértico. Tenho aspecto vermelho e dois satélites. Sou o planeta mais parecido com a Terra.

Júpiter: eu sou o maior de todos os planetas e muito brilhante. Se calhar, é por isso que tenho tantos satélites. Sabem quantos? Mais de dezasseis, quatro dos quais conseguimos ver aqui da Terra.

Saturno: A mim, todos me conhecem, por causa dos anéis formados por rochas e gelo. Tenho 36 satélites. O maior de todos chama-se Titã. Sou 800 vezes maior que a Terra.

Úrano: Eu, visto ao telescópio pareço um disco esverdeado, bem achatado nos pólos. Tenho 15 satélites e demoro 84 anos a dar uma volta ao Sol.

Neptuno: Giro a 4650 milhões de quilómetros da Terra. E levo 165 anos a fazer o meu movimento de translação, ou seja, a dar uma volta completa ao Sol.

Terra: Eu sou o planeta Terra. Desde que me tiraram fotografias, fiquei conhecido pelo nome de Planeta Azul. Tenho três partes de água e uma parte de terra. Eu sou muito bonita e importante, por isso o ser humano tem de cuidar bem de mim. Por favor, não deixem que continuem a poluir-me. Parem, porque não aguento mais!!!

Canção (todos)

Nós somos astros brilhantes, Moramos no céu além Não somos seres humanos, Mas temos vida também!

Cá de longe a Terra vemos, Poluída a valer, E todos nós sofremos Por Ela estar a morrer

Vamos lá, trabalhem juntos, Pela camada d`Ozono Manter puro o ar do mundo P´ra dormirmos dum só sono.

Música: as pombinhas da Catrina

EB1 Enxertos – Turma E – Revista Amiguinho (adaptado)

sexta-feira, 6 de março de 2009

O Peixe Arco-Íris

Conhecem o Peixe Arco-Íris? Nós, os alunos da turma E da Escola da Devesinha, ficámos a conhecê-lo na passada Terça-feira. Ouvimos a leitura da sua história e, depois, vimos o filme. Adorámos este peixinho que, apesar de no início ser muito vaidoso e egoísta, soube aprender a partilhar e, assim, passou a viver mais feliz! Nós também gostamos de partilhar! Aqui têm um dos textos que produzimos mas, se quiserem ler outros, consultem o blogue: http://navegadoresdasletras.blogspot.com . Esperamos que gostem...
O Peixe Arco-Íris
Lá ao longe, no mar, vivia um peixe que tinha todas as cores do arco-íris. Por isso, os outros peixes chamavam-lhe Peixe Arco-Íris. Um dia, o Peixe Arco-Íris foi passear pelo mar e ouviu uns peixes a dizer: - Peixe Arco-íris, Peixe Arco-Íris, anda brincar, anda! Mas o peixe não lhes ligou, foi sempre em frente. Passado um bocado, veio um peixe azul que lhe pediu: - Peixe Arco-Íris, podes dar-me uma das tuas escamas? São tão lindas! E o Peixe Arco-Íris respondeu: -Tu queres uma das minhas escamas?! Tu tens noção do que me estás a pedir?! Sai já daqui! Depois, o Peixe Azul foi contar aos seus amigos o que tinha acontecido com ele e o Peixe Arco-Íris. Quando todos souberam, a partir daí, nunca mais lhe ligaram, nem quando o Peixe Arco-Íris passava por eles. Um dia, o Peixe Arco-Íris sentiu-se o peixe mais solitário do mar. Ele resolveu ir conversar com o peixe estrela e disse-lhe: - Por que é que ninguém gosta de mim?! Eu sou tão bonito! O peixe estrela respondeu-lhe: - Eu não sei! Tens que ir ao polvo sábio. Então, o Peixe Arco-Íris foi falar com ele. Pelo caminho, ele encontrou um peixe-espada que o queria comer. O Peixe Arco-Íris teve muita sorte, porque se escondeu num lugar onde ele não o viu. Seguidamente, o Peixe Arco-Íris chegou à gruta do polvo sábio e disse: - Está alguém aí? Alguém está aí? De repente apareceram uns olhos que eram do polvo. Quando o polvo o viu, afirmou: - Já sei da tua história! As ondas do mar contaram-me tudo. Se tu deres uma das tuas escamas a cada um dos outros peixes, não serás o peixe mais bonito, mas sim o mais feliz! Posteriormente, o Peixe Arco-Íris encontrou o peixe azul, que lhe disse: - Não fiques zangado comigo, eu só quero uma das tuas escamas! O Peixe Arco-Íris respondeu-lhe: - Toma lá, mas a mais pequenina… Porém, ele foi contar o sucedido aos outros peixes e todos quiseram uma escama. O Peixe Arco-Íris ofereceu uma escama a todos e ficou só com uma brilhante. Por fim, brincaram todos juntos e cheios de alegria! Saber partilhar traz mais felicidade!...
Alina Beatriz, Jorge Miguel, Joana Catarina, Bruno André 3.º Ano – Turma E – E.B.1 Devesinha

O Mundo de Encantar

Como já aqui publicámos, nós realizámos um "programa televisivo", onde fizemos diversas entrevistas. A fotografia que aqui vêem diz respeito à exposição de pintura de uma pintora jovem e famosa, que nós entrevistámos. Depois produzimos uma notícia escrita sobre a exposição e a referida pintora. Ora leiam...
Um Encanto de Menina... Alina Lima
A Alina Lima é uma pintora bastante jovem. Foi entrevistada pela TV PNEP aquando a realização da sua exposição de pintura intitulada:«O Mundo de Encantar», em Fevereiro, na Galeria «Navegadores das Letras», situada em Santa Eulália, terra natal da pintora. Foi convidada, pela Galeria, a expor os seus quadros, os quais lembram algumas histórias de encantar: «A Lenda das Sete Cidades»; «O Capuchinho Vermelho»; «O João e o Feijoeiro Mágico» e «A Menina Gotinha de Água». A pintora Alina Lima é possuidora de um grande talento. Através da pintura ilustra cenas de histórias conhecidas, momentos inesquecíveis das leituras que realiza… Viaja assim…pelo mundo da fantasia!!!
Esta notícia foi redigida pelo Aluno Diogo Miguel Pereira (3.º Ano, Turma E, E.B.1 Devesinha)

quinta-feira, 5 de março de 2009

TV PNEP...

A Cultura em Movimento!!!
No dia 26 de Fevereiro, após a interrupção do Carnaval, regressámos às aulas cheios de alegria! Este recomeço foi especial porque, como tínhamos planeado, realizámos um “Programa Televisivo na TV PNEP” intitulado: «A Cultura em Movimento». A Letícia Rafaela foi a apresentadora do programa, o qual teve início com a recriação do ambiente de Carnaval, através de uma dança cheia de ritmo: «Samba no Rio de Janeiro». Nós, os dançarinos da “Escola de Dança Turma E”, empenhámo-nos, com entusiasmo, e contagiámos os presentes com a nossa energia. O sucesso desta dança deve-se, em muito, à importante colaboração do nosso professor de Desporto, que se empenhou a sério nos nossos ensaios. Seguiu-se a realização de várias reportagens/ entrevistas. Assim, tivemos a oportunidade de encarnar diferentes personagens: jornalistas, directora da escola de dança, pintora e escritora. Para além disso, também tivemos a possibilidade de dar as nossas opiniões sobre as actividades escolares relacionadas com a Língua Portuguesa, que é uma área que adoramos! Neste “programa” surpreendemos a professora Maria José, pois também a entrevistámos, como dinamizadora do PNEP no Agrupamento Vertical de Escolas de Vizela. Foi interessante sentirmos o seu entusiasmo e o seu ar surpreendido e feliz! Após o “programa televisivo” terminar, ouvimos uma canção muito bonita e, como muitos de nós conhecíamos a letra e a música, começámos a cantar. Conhecem a canção: «Intervalo»? É linda! Nela fala-se de um filme, de um livro, da notícia do jornal… Pois é, foi mesmo a notícia que abordámos nesse momento. Estivemos a explorar um cartaz que nos dava informações acerca das perguntas a que uma notícia deve responder. Reflectimos na importância que o título tem… Por fim, redigimos individualmente uma notícia, tendo em atenção as entrevistas que realizámos e os esquemas que nos foram distribuídos. Os textos informativos que escrevemos referiam-se a temas diferentes. Por fim, lemos e analisámos colectivamente as notícias que produzimos e, realmente, verificámos que, de acordo com o título, tínhamos mais ou menos interesse em conhecer o conteúdo da respectiva notícia. O título de uma notícia deve ser bastante apelativo! Adorámos o nosso “Programa Televisivo” que, apesar de ser a brincar, fez-nos aprender de verdade!
Alunos da Turma E – 3.º Ano – E.B.1 Devesinha

A partilha de uma história...

Olá amigos! Na última aula do PNEP trabalhámos, em conjunto com os alunos do 4.º ano, a história “A Lenda das Sete Cidades” do Plano Nacional de Leitura. Nós lemos a narrativa para os nossos colegas e eles dramatizaram a mesma história para nós. Depois de lermos a história, jogámos o jogo da glória, em grupos, com perguntas sobre o texto. Foi mesmo divertido! Em seguida, preenchemos um quadro resumo com as ideias principais do texto, que aqui mostramos.
A Lenda das Sete Cidades
Era uma vez uma bela, irresistível e amorosa princesa que vivia no Reino das Sete Cidades. Ela gostava de passear sozinha e enfeitar-se com lindos colares de flores. Certo dia num dos seus passeios ouviu um pastor a tocar belas melodias e logo se apaixonou perdidamente. Diariamente, encontravam-se e o seu amor foi crescendo. Entretanto, o rei comunicou à princesa que ia casar com um príncipe do reino vizinho. A princesa, com o seu coração destroçado, foi despedir-se do seu amado. Juntos choraram tanto que duas lagoas se formaram, uma azul e outra verde, que simbolizavam a tristeza e o amor dois."
Turma C - EB1 Maria de Lurdes

terça-feira, 3 de março de 2009

O Carnaval já passou… mas…

O Carnaval já passou E nada nos escapou… Até a tecnologia nos… atropelou! E assim... nos atrasou! O computador tem coisas destas Pregou-nos uma partida! E no meio de tantas festas O Carnaval foi a mais divertida!
Só agora tivemos acesso A um belo texto de poesia Ao Carnaval estamos de regresso Para fazermos magia!... Queremos brincar com alegria Com a professora Maria José Através de um texto de sua autoria Transcrevendo-o no passado… Vejam como é!... O Carnaval são três dias!... Carnaval foram três dias, A diversão não teve final, Rasguei dias de folias, No mundo do Carnaval! Aprendi e brinquei a poetizar, Vesti a minha fantasia, As letrinhas …sempre a divagar, Lindas e com alegria… Só neste recanto de letras, Aprendi e divaguei, Os poemas que fiz divulguei! Teimaram em rimar, Riram as letras sem parar, Entre pulos sempre a sambar, Saíram palavrinhas a festejar. Do meio de tanta folia, Inventei mais uma poesia. A sorrir e a cantar… Sádias, foram as letras celebrar!!!
Flávia Nunes, Cecília Ferreira, Diogo Pereira
Alunos da turma E - 3.º Ano - EB1 Devesinha

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Escrita criativa...

Depois de visualizarmos e ouvirmos a história tradicional da Carochinha e do João Ratão no quadro interactivo, decidimos transportar a nossa Carochinha para os nossos tempos. Vejam o resultado da nossa criatividade e imaginação…
A Carochinha dos tempos modernos! Carochinha, a nossa bela ratinha era uma secretária de sucesso. Um dia, esqueceu-se da sua mala na secretária e, qual não foi o seu espanto quando em vez da sua pasta encontrou um computador portátil, um Magalhães. Depois de reflectir sobre o seu possível dono, lembrou-se que era da Senhora Ministra da Educação que se tinha esquecido dele na sua visita às instalações da escola onde a Carochinha trabalhava como secretária. Ficou ansiosa por mexer no Magalhães. Tinha de experimentar. Depois devolvia no dia seguinte. Chegou a casa e criou o seu perfil no Hi5 e no MSN. Logo o João Ratão ficou preso a tão bela aparição, que formosa esta ratinha!!! Marcou um encontro através do MSN. O encontro, à luz das velas, aconteceu. O João Ratão, de fatinho, muito aprumadinho, apareceu com um deslumbrante ramo de rosas. Falaram, conversaram, sorriram juntos e, resolveram repetir novos encontros. Certo dia, em que um novo e desejado encontro iria acontecer, o João Ratão estava atrasadíssimo. A Carochinha já estava apanhar seca. Ela não era de esperar por ninguém. Mas, o atraso tinha uma explicação, o João Ratão, tinha ido comprar um anel à ourivesaria para oferecer à sua amada. Pediu-a em casamento. A bela Carochinha, esqueceu a seca que tinha apanhado, perdoou-o e aceitou casar. Afinal quem ama sabe e deve perdoar. Como nas histórias de encantar: casaram, tiveram muitos filhinhos e viveram felizes para sempre. João Carlos,3º Ano,EB1/JI Monte
A Carochinha e as Tecnologias
Um dia, uma menina bonita e sonhadora, passeava. Tropeçou num computador portátil, o famoso Magalhães. A menina chamava-se Carochinha. Decidida e curiosa ligou o Magalhães. Foi navegar na Internet para tentar arranjar um namorado. Não era esquisita mas, queria casar com um indivíduo que não desse erros, pois erros era coisa que não suportava. Então, a Carochinha escreveu cartas de amor e publicou-as nos blogues. Logo apareceram muitos pretendentes. Dois eram muito bonitos mas, a Carochinha escolheu o boi. Era o mais forte. Simpatizou muito com o João Ratão que tinha um senão, era um simples rato. A Carochinha convidou o boi para jantar. Afinal, era uma rapariga moderna e não podia esperar que ele tomasse a iniciativa. O encontro foi uma desilusão, não gostou muito do boi. Mas ele foi tão carinhoso com ela que quando a pediu em casamento aceitou. No casamento o boi revelou-se! Apareceu bêbado e começou a chamar nomes feios à Carochinha. O João Ratão, que sempre tinha continuado atento aos passos da sua amada apareceu decidido a conquistar e a salvar o grande amor da sua vida. Carochinha, esqueceu o boi e apaixonou-se pelo João Ratão. Nunca mais a Carochinha se deixou enganar por palavras carinhosas e ilusórias!!! João Pedro,EB1/ JI Monte,3º Ano
Nos tempos modernos...a tradição manteve-se!!!
Ora vejam a banda desenhada...
Bd

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A Lenda do Rio Ave

Nós, os alunos da turma E do 3.º ano da EB1 Devesinha, estamos a explorar o livro:«A Lenda do Rio Ave». Já ilustrámos esta história e fizemos o seu reconto oral e escrito. É uma história triste, porém é muito bonita! Vale a pena ler! Aqui vai o reconto... A Lenda do Rio Ave Há muito tempo, no tempo em que não havia ainda fronteiras entre a Galiza e Portugal, existia uma serra chamada Serra de Agra. Como a serra não ficava muito longe do mar, recebia a influência benéfica do Oceano Atlântico. No ponto mais alto da serra avistava-se o cintilar do azul do mar. Só que a serra tinha uma magia, um encanto, um tal feitiço que, muitas das vezes, a Primavera chegava mais cedo. Então, a serra cobria-se de luz, flores, cores e de perfume… O perfume chegou tão longe!... Tão longe… que trouxe à serra uma jovem pastora vinda de longínquas serranias da Galiza. As pessoas diziam que ela vinha à procura de Sol e de bons pastos para as suas cabrinhas. Mas quem sabe o que se passa dentro do coração de uma jovem pastora? A serra continuou a espalhar o seu perfume, porque sabia o que estava a fazer, e chegou às areias doiradas de uma praia. Assim, levou à serra um belo e jovem cavaleiro montado no seu cavalo e com o seu fantástico falcão! As pessoas diziam que ele vinha à procura de caça, mas não trouxe os seus monteiros! Mas quem sabe o que se passa dentro do coração de um jovem e belo cavaleiro? O cavaleiro encontrou a pastora e eles apaixonaram-se um pelo outro. Depois, o cavaleiro pôs um anel de ouro na pata do falcão e ele, o falcão, voou até ao paço do seu dono. Quando o falcão chegou, trazia outro anel de ouro, que significava que o conde teria de voltar ao seu condado. Ele explicou à pastora que teria de regressar a casa. Porém, afirmou que voltaria rapidamente. O cavaleiro, montado no seu cavalo e acompanhado com o falcão, foi velozmente para o seu condado. Quando a pastora não aguentava mais, subiu ao alto da montanha e deu um grito e disse que tinha de encontrar o seu amor e que queria ser ave e voar; voar para encontrar o seu amor. Então, começou a chorar e chorou tanto que fez um rio! Em homenagem à cabreira, a Serra de Agra passou-se a chamar Serra de Cabreira para que nunca ninguém esqueça essa pessoa. O rio que a jovem cabreira fez com as suas lágrimas começou a chamar-se Rio Ave, porque a cabreira desejou ser ave e voar para ir ter com o seu amor!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Da Bruxa Cartuxa à Bruxinha Navegantina...

Nós, os alunos do 3º ano da turma E, da Escola EB1 Devesinha, lemos e interpretámos a história: «Os Primos e a Bruxa Cartuxa», como já aqui registámos. Para além do reconto em poesia acróstica, do resumo e da banda desenhada, resolvemos criar novas personagens… Adoramos a Bruxa Cartuxa e pensámos: Vamos inventar mais bruxinhas boas, parecidas com as fadas de encantar! Daí surgiram as bruxas Alfabética, Textualina e a Navegantina (a nossa preferida). Depois, tivemos a oportunidade de partilhar tudo isso com os alunos da turma H do 4.º ano. Eles foram fantásticos! Jogaram muito bem o jogo: «Onde está a resposta?» e encarnaram, de uma forma exemplar, o “Gonçalo” e a “Matilde” na apresentação do teatro que escrevemos: «As Aventuras da Bruxa Navegantina». Esperamos que gostem do nosso texto de teatro! As Aventuras da Bruxa Navegantina Bruxa Navegantina: Olá, meninos! Eu sou a Navegantina. Como vêem, sou uma bruxa muito jovem e simpática! Tenho uns lindos olhos castanhos, o meu cabelo é encaracolado e escuro. Visto sempre roupa preta e branca. Vivo com os meus gatos Kiko e Cocas. Matilde: Já ouvimos falar de ti. Nós conhecemos a tua amiga Bruxa Cartuxa. Ela diz que tu és uma aventureira e que até já viajaste até à Madeira! Bruxa Navegantina: Lá está ela, outra vez, com a mania das rimas! Gonçalo: É verdade…“aventureira” rima com “Madeira”! Ela adora fazer rimas e eu também gosto muito! É engraçado! Bruxa Navegantina: A Bruxa Alfabética também gosta imenso de brincar com as palavras. Vive alegre a devorar “sopa de letras”, a recolher provérbios, a completar crucigramas ou palavras cruzadas… Matilde: Conheço a história dessa bruxinha, mas prefiro a Bruxa Textualina, porque ela é mais completa, gosta de tudo o que se relaciona com a Língua Portuguesa. Ela é muito criativa! Gonçalo: Cá por mim, a bruxinha mais criativa é a Bruxulina. Ela cria cada receita mais esquisita! Os seus lanches são mesmo estranhos! Bruxa Navegantina: As minhas amigas são todas muito criativas e amáveis! Matilde: Concordo contigo. Adorei conhecê-las, numa das visitas que eu e o Gonçalo fizemos à casa da Bruxa Cartuxa! Estavam todas juntas a decifrar uma mensagem… Gonçalo: É verdade! Foi fantástico! Mas… Conta-nos uma das tuas aventuras! Bruxa Navegantina: Já vivi tantas… Não sei qual devo contar! Matilde: A Bruxa Cartuxa disse-nos que um dia foste conhecer uma escola e não levaste a sacola. Bruxa Navegantina: Ai, a minha amiga! Escola e sacola… Matilde: Lembraste dessa aventura? Bruxa Navegantina: Claro que sim! Eu vou contar-vos… Um dia, de manhã cedo, peguei no meu barquito e fui navegar no mar, mas estava muito vento e ele naufragou… Gonçalo: E tu sabes nadar? Bruxa Navegantina: Não, não sei nadar! Porém, não sei como, fui parar a uma ilha que não conhecia. Lá, sentia-me muito sozinha, porque não conhecia nada… Matilde: E depois, o que é que aconteceu? Bruxa Navegantina: Nesse dia senti-me a bruxa mais triste e mais feliz do mundo!... Gonçalo: Agora é que não percebo nada! Tu tens a mania dos antónimos, é isso?! Bruxa Navegantina: Não é nada disso! Senti-me triste, porque estava perdida e bastante só! Senti-me muito feliz, porque conheci alguém que conhecia e desconhecia… Gonçalo: Eu bem digo que a tua amiga tem a mania das rimas e tu tens a mania das palavras antónimas! Bruxa Navegantina: E tu tens a mania de me interromperes… Gonçalo: Desculpa! Eu até gosto de te ouvir. Bruxa Navegantina: Bem… Como estava a dizer, nesse dia fui salva por vinte crianças que nunca tinha visto na vida! Elas eram muito simpáticas! Perguntaram-me o que estava ali a fazer e eu disse-lhes que gostava muito de navegar e, sem perceber como, fui parar àquela ilha… Matilde: Disseste que conheceste alguém que conhecias e desconhecias, mas afinal não conhecias… Que confusão! Bruxa Navegantina: Eu já conhecia os Navegadores das Letras, ou melhor, os textos que eles escrevem… Gonçalo: Ai, ai, ai! Quem são esses Navegadores das Letras e o que é que têm a ver com a história que estás a contar-nos?! Bruxa Navegantina: Tem tudo a ver! Os Navegadores das Letras são as crianças que me salvaram e me levaram à escola, mesmo sem sacola! Foi maravilhoso! Aprendi tantas coisas e, o mais importante, é que fiquei com muita vontade de aprender cada vez mais… Gonçalo: Agora já percebi tudo! Eu também conheço o blogue desses navegadores e adoro ler tudo o que eles escrevem, mas nunca deixei lá nenhum comentário… Matilde: Agora fiquei curiosa… Vou já pedir à minha mãe para vir navegar comigo… Anda também, Gonçalo! Ah… Não te esqueças de dizer às tuas simpáticas amigas bruxinhas que gostamos muito delas! Bruxa Navegantina: Esperem aí!... Ai que pressa! Queria pedir-lhes para entregarem esta caixinha aos Navegadores das Letras… Mas não faz mal, entrego eu!... É fácil chegar até eles: http://navegadoresdasletras.blogspot.com! Alunos da turma E – 3.º ano – EB1 Devesinha

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

O ensino explícito do léxico na compreensão da leitura e na produção textual
No dia 30 de Janeiro tivemos mais uma aula realizada no âmbito do PNEP. Como estávamos a trabalhar os animais no Estudo do Meio partimos dessa palavra para elaborar o mapa semântico, com o objectivo de organizarmos e sintetizarmos a informação que já tínhamos.
Mapa semântico - ANIMAIS
Com base neste mapa semântico elaborámos um texto informativo sobre os animais. Produzimos vários textos. Aqui fica um exemplo.
OS ANIMAIS
Os animais podem ser domésticos ou selvagens. Os animais domésticos são aqueles que o homem consegue domesticar como: o cão ou o gato. Os animais selvagens são os que o homem não domesticou ou seja, vivem livremente na natureza. Quanto à forma como se reproduzem os animais podem ser vivíparos se nascerem pelo ventre da mãe tal como: o homem ou o cavalo e ovíparos se nascerem dos ovos, tais como: o pássaro ou a rã. Mas, os animais também se alimentam e quanto a isto podemos dividi-los em:
  • Herbívoros como por exemplo: a vaca e o cavalo que comem erva.
  • Carnívoros como: o leão e o lobo que comem todo o tipo de carne.
  • Omnívoros como: o porco e o homem que comem de tudo.
  • Insectívoros como o morcego e o sapo que comem insectos.
  • Granívoros como: a galinha que come grãos.
Para se protegerem do frio e do calor os animais podem ter pele nua como a rã, pêlos como o cão, escamas como a sardinha, e penas como a ave de rapina. Estes animais possuem também esqueleto, ou seja são vertebrados. Porém há os invertebrados, que são aqueles que não têm esqueleto. E como exemplo temos a tartaruga que tem uma carapaça, o caranguejo que tem concha e a minhoca que não tem protecção. E tal como nós nos movimentamos também os animais precisam de se deslocar, ora seja por ar, como as aves, por terra como o homem e o urso ou na água como os peixes.
Texto de: Francisca Lopes
EB1 Enxertos - Turma E

A Bruxa Cartuxa em banda desenhada

Na continuação da exploração de "Os Primos e a Bruxa Cartuxa", nós, os alunos da turma E, do 3º ano da Escola EB1 da Devesinha, elaborámos bandas desenhadas para recontar a história. Foi muito divertido! Aqui fica um exemplo:

"Os Primos e a Bruxa Cartuxa"

Olá! Nós somos os alunos da turma E, do 3º ano da Escola EB1 da Devesinha. Nas últimas aulas explorámos a história: "Os Primos e a Bruxa Cartuxa" e recontámos cada capítulo em poesia acróstica, ora vejam:

Os Primos e a Bruxa Cartuxa

 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

123, diga lá outra vez...

Olá amigos!
No dia 28 de Janeiro tivemos uma aula especial. Vimos dois vídeos de um programa que há muito tempo passou na RTP( Rádio e televisão Portuguesa), o concurso 1 2 3. O primeiro vídeo foi o mais engraçado porque ouvimos a Bota Botilde a cantar o genérico do programa. Essa bota era muito velhinha mas cantava muito bem!

No segundo vídeo vimos um par de concorrentes que escolhia um cartão e, depois da apresentadora ler o desafio, tinham de dizer o maior número de respostas em pouco tempo. Nós jogámos esse jogo e foi muito divertido porque conseguimos dizer e, posteriormente, escrever muitas palavras. Com as palavras que descobrimos, escrevemos textos bem divertidos. Como não podemos colocá-los todos no blogue, escolhemos o que achámos mais engraçado.
Aqui vai ele:

O mundo sobre rodas Um dia, a Gabriela disparatada, o João gorduchão e o Luís trapalhão iam de carro telecomandado e encontraram um pessegueiro com rodas. Nessa árvore, estava a bota Pernilde que era uma velhota despenteada mas muito simpática. Como ficaram muito amigos, resolveram dar um passeio de tractor com um burro. A meio do caminho, o burro disse aos amigos que iam até ao mundo sobre rodas. Eles viram um avião com uma abelha e ela convidou-os para viajarem juntos. Os amigos aceitaram e foram com ela. Quando chegaram viram muitos veículos: escavadoras a escavar, um rolo a rolar, uma grua a levantar, um camião a transportar, uma bicicleta a rodar, um skate a deslizar, um comboio a passar, uma avioneta a pousar, uns patins a saltar, um triciclo a andar, uma mota a chiar e um helicóptero a voar. Eles adoraram o mundo sobre rodas e ficaram lá para o resto das suas longas vidas. Gabriela e Luís Filipe – Turma C – 3.º ano

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Viagem ao Rio de Janeiro

Olá amigos! Como prometido aqui vai o resultado da nossa viagem à terra do "eiro": "No primeiro dia de Janeiro, o Moreira e o Oliveira saíram de Aveiro em direcção ao Rio de Janeiro, num barco pesqueiro. No barco pesqueiro havia um marinheiro muito porreiro com sotaque brasileiro que precisava de dinheiro para fazer um cruzeiro. - Se nos levares ao Rio de Janeiro, damos-te o dinheiro que está no mealheiro. – disse o Moreira, com uma voz matreira. - Esta história vai dar asneira! – sussurrou o Oliveira. Chegados à terra brasileira, para não partirem o mealheiro, fugiram para um celeiro. Encontraram um moleiro sentado numa espreguiçadeira feita de madeira, a beber um coco do coqueiro. Cansados desta canseira, saíram da terra brasileira, acompanhados de uma motoqueira, muito beijoqueira, numa grande brincadeira, desta vez num navio de cruzeiro." Turma C - EB1 Maria de Lurdes

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Poesia

Inverno Inverno porque vens Chuva porque estás a chorar No Inverno fazem-se fogueiras Vestem-se cachecóis e botas Para afastar as frieiras e agasalhar as velhotas. Ligam-se os aquecedores Veste-se uma quente camisola Há que acabar com as dores Pois o frio de Inverno até nos isola. José Paulo EB1 Enxertos 3º E

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Tudo aconteceu num dia de Inverno...

Hoje tivemos uma visita inesperada: a visita de um boneco de neve chamado "Nevão". Fizemos o jogo: «Quente e Frio» e descobrimos os seus filhotes. Foi uma actividade muito divertida! Posteriormente, realizámos uma espécie de concurso, para vermos qual era o grupo que conseguia registar o maior número de palavras da área vocabular de "Inverno". Todos fomos vencedores, porque conseguimos descobrir imensos vocábulos! A seguir, produzimos textos, imaginando uma história desenrolada num dia invernal... Escrevemos textos bastante interessantes! Aqui está um exemplo... Esperamos que apreciem!... Um dia de Inverno Na Sexta-feira, dia nove de Janeiro de 2009, começou a nevar em Santa Eulália. Nós (a Márcia, a Rita, a Flávia e o Bruno André) fomos para o intervalo. Chegámos lá e começámos a atirar bolas de neve uns aos outros. Seguidamente a Rita exclamou: - Vamos fazer um boneco de neve! - Cada um faz o seu boneco! – disse a Márcia. O Bruno André, que gostava muito da neve, propôs: - O que ficar mais bonito ganha! - Está bem! – disse a Flávia. Começámos a fazer o boneco de neve… e acreditam que o Bruno André fez o boneco de neve mais rápido?! Mas foi verdade, só que ficou em último lugar, porque o boneco dele foi o pior. A seguir, foi a Márcia a segunda a acabar, ficou em segundo lugar. Estava quase a chegar lá!.. A Flávia foi a última a acabar o seu boneco de neve… E que obra de arte! Aquele boneco estava mesmo espantoso! A Rita ficou em terceiro lugar, mas olhem que também fez um boneco bonito! Posteriormente a Flávia disse: - Parece que estou a congelar! Hoje está um dia muito gélido! Vocês conseguem ficar aqui fora?! Olhem que eu não! - Esperem aí! Falta mais uma coisa! Esquecemo-nos de tirar uma fotografia, para ficarmos com uma recordação! – lembrei-me eu. Então, a Rita também se lembrou: - Ó meus colegas, também temos de dar um nome a cada um dos nossos bonecos de neve! Depois disso, o Bruno disse: -Vamos fazer rápido um boneco de neve para ser a mãe dos outros bonecos de neve. Assim, vamos ficar com uma família de bonecos de neve! - Que ideia fantástica! Mas temos que fazer também o pai! – exclamámos todos ao mesmo tempo. Fizemos mais dois bonecos de neve e fomos para dentro. Tomámos uma tigela de chocolate quente… Que bem nos soube! O dia nove de Janeiro foi o melhor dia de Inverno que nós tivemos na nossa vida até hoje! Turma E - 3.º Ano -E.B.1 Devesinha

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Nevou em Vizela...

No dia 09 de Janeiro, sexta feira, nevou em Vizela. De manhã fomos cantar os Reis e começou a nevar. Foi muito divertido, nunca tínhamos visto neve em Vizela. Na escola EB1 Enxertos, o campo de jogos foi o primeiro a ficar repleto de neve. Foi a melhor coisa que nos aconteceu. 3º ano - TURMA E - EB1 ENXERTOS

Os Primos e a Bruxa Cartuxa

Olá amiguinhos, No âmbito do Plano Nacional de Leitura lemos o livro "Os Primos e a Bruxa Cartuxa". Também fizemos um teatro. Deixamos aqui o texto se também quiserem representar. Os alunos da turma E da EB1 Enxertos bruxacartuxa

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

ANO NOVO...VIDA NOVA!!!...

Desejamos:
Que o ditado" Ano Novo ,Vida Nova " se concretize.
Que a paz chegue a todos os lugares do mundo!
Que nenhum menino no mundo sofra...
Que o teu sonho se realize!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O Capuchinho Vermelho no Natal

Olá meninos! Nós somos as(os) alunas(os) do 3.º ano da turma E da escola da E. B.1 da Devesinha. A minha turma e nós (Lúcia e Márcia) ouvimos a história:«O Capuchinho Vermelho no Natal». Essa história foi feita pelos alunos do 1.º ano da turma B da E.B.1 da Devesinha e está publicada no blogue: http://www.vizelpnep1.blogspot.com/ . Trata-se de uma história muito interessante! Aqui está um dos textos que escrevemos sobre a menina Capuchinho Vermelho nesta época natalícia. Esperamos que apreciem... O Capuchinho Vermelho no Natal Era uma vez uma menina a quem todos chamavam Capuchinho Vermelho, porque se vestia sempre com uma capa vermelha. Um dia, o Capuchinho Vermelho foi visitar a avozinha que estava doentinha. Ela levava uma cesta com leite-creme, rabanadas, formigos, aletria e bolo-rei. Pelo caminho, viu umas flores muito lindas e mais à frente observou um pato bastante giro! A menina Capuchinho Vermelho conhecia muitas canções, porém resolveu cantar uma inventada por ela. Essa canção estava relacionada com o Natal. Querem ouvi-la?! Então, tentem cantar a seguinte letra: - Feliz Natal, Feliz Natal Que me fazes lembrar? - Faço-te lembrar As pessoas alegres a cantar. - Feliz Natal, Feliz Natal Que me fazes lembrar? - Faço-te lembrar As prendas que a todos vou dar. - Feliz Natal, Feliz Natal Que me fazes lembrar? - Faço-te lembrar O pinheiro enfeitado a brilhar. - Feliz Natal, Feliz Natal Que me fazes lembrar? - Faço-te lembrar O Pai Natal pela chaminé a entrar. Entretanto, apareceu um lobo escondido atrás de uma árvore. O Capuchinho Vermelho viu o lobo, que perguntou: - O que levas nessa cesta? A menina Capuchinho Vermelho ficou muito assustada!... Nesse momento ouviu-se: -Pi, pi! Pi, pi! Era a mota do carteiro. Ele veio apressado e exclamou: - Senhor lobo! Senhor lobo! Trago-lhe aqui uma carta! O lobo admirou-se, mas leu a carta! Ela dizia: Telegrama O Natal está próximo! Senhor lobo, não faça mal à menina Capuchinho Vermelho! Assinado: Meninos de todo o Mundo O lobo arrependeu-se do mal que pretendia fazer e disse: - Desculpa, Capuchinho Vermelho! Perdoas-me pelo mal que eu te queria fazer?! O Capuchinho Vermelho respondeu: -Sim. Perdoo-te, mas é só desta vez! Então, a menina Capuchinho Vermelho convidou o lobo e foram os dois para a casa da avozinha. Quando lá chegaram, o lobo disse: - Olá, avozinha! Eu vim com a sua netinha, a menina Capuchinho Vermelho. Agora não vou fazer mal a ninguém, nem a uma mosca! A avozinha ficou muito contente, porque sabia que o lobo já não ia fazer mal à sua neta. Assim, a avó disse: - Fico muito feliz por saber esta nova notícia: transformaste-te num lobo bom! A avó foi por a mesa, para todos comerem o lanche que a Capuchinho Vermelho tinha trazido. Eles saborearam tudo o que havia em cima da mesa e, depois, o lobo perguntou: - Há mais rabanadas? - Tenho aqui mais duas ou três! - respondeu a Capuchinho Vermelho. A menina Capuchinho Vermelho deu as rabanadas ao lobo. Ele comeu as rabanadas todas. Ai que deliciosas elas estavam! Por fim, o lobo e a Capuchinho Vermelho foram para casa muito contentes! O lobo desejou um Natal Feliz para todas as pessoas do Mundo! O Natal serve para sermos todos amigos e para partilharmos tudo o que temos, não só nesse dia, mas durante todo o ano! Lúcia, Márcia e Bruno André – Alunos da Turma E - 3.º Ano - E.B.1 Devesinha

Uma viagem "porreira"

Olá amigos!
Já estavam com saudades nossas? Pois é, já não mostrávamos o nosso trabalho há algum tempo.
Ontem, dia 15, fizemos uma viagem à terra do "eiro". Não imaginávamos a quantidade de palavras que terminam em "eiro" ou "eira". Não deu muito tempo para descrevermos a nossa viagem, por isso o nosso texto fica prometido para uma próxima vez.
Na aula anterior do PNEP, a nossa professora trouxe-nos um jogo bastante engraçado, feito por ela, com materiais recicláveis. Fizemos "o jogo da sabedoria" por grupos. Um elemento do grupo girava a roda e tirava um cartão correspondente à cor que saísse, de seguida lia o cartão e os outros elementos do grupo tinham que fazer a actividade proposta. Podia ser uma rima ou frase para completar, uma frase para alargar, uma questão sobre o vocabulário para responder ou uma frase disparatada para completar. Todos tínhamos que estar atentos porque se um grupo respondesse errado, os outros tinham oportunidade para responder. Além de termos passado uma aula inteira a jogar, aprendemos muitas coisas.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Ninguém dá Prendas ao Pai Natal

Olá! Nós somos os alunos do 3.º ano da turma E da E.B.1 Devesinha. Como já vos contámos, nós explorámos recentemente a história: «Ninguém dá Prendas ao Pai Natal». Achámos essa história muito interessante! Então, resolvemos escrever um texto, baseado nesse conto, mas alterámos as personagens e utilizámos a nossa criatividade. Surgiram textos muito imaginativos. Aqui está um desses textos. Se quiserem ver mais trabalhos nossos consultem o blogue: http://navegadoresdasletras.blogspot.com/. Ninguém dá Prendas ao Pai Natal Certo dia, o Pai Natal estava na sua casa a chorar, dizendo: -Ninguém me dá prendas!... Mal acabou de dizer isso, bateram à porta: -Pai Natal, sou eu, o Pinóquio! Quero entrar na sua casa… Ele abriu a porta ao Pinóquio. -Olá, Pai Natal! Trouxe um bocado do meu nariz, porque achei que estava a mentir muito… O Pai Natal pôs o nariz, mas ele não cabia no seu… - Desculpa, Pinóquio, o teu nariz é muito fininho! Mas não faz mal, o importante é a intenção. Fica, que eu vou fazer um lanche para ti! Seguidamente bateram outra vez à porta, grasnando: - Quá, quá, quá, quá!... Porém, o Pai Natal não entendia nada… Então, o senhor de barbas branquinhas, disse: - Anda para aqui, para a minha beira e para a beira do Pinóquio! Contudo, o Patinho Feio só dizia: - Quá, quá, quá, quá…(E o Pai Natal não entendia nadinha de nada!) Nesse momento, o Pai Natal ofereceu ao Patinho Feio um lanche igual àquele que o Pinóquio estava a comer. Posteriormente, uma princesa, que gostava de fazer colares de flores e ver a sua própria imagem reflectida na água, disse: - Pai Natal, eu, a princesa da Lenda das Sete Cidades, trouxe-lhe um saco com água azul, da cor dos meus olhos. O Pai Natal agradeceu à princesa e foi logo dar aquela água às suas renas, porque elas estavam cheias de sede. Depois, regressou para junto dos seus amigos e disse: - Desculpem, caros amigos, por não ter aceite as vossas prendas! Mas, com o saco que a princesa trouxe, já posso fazer a distribuição dos presentes e pôr as crianças de todo o mundo muito felizes! No dia de Natal, depois da distribuição de presentes, todas as personagens das histórias de encantar regressaram à casa do Pai Natal, no Pólo Norte. Fizeram uma ceia, uma grande ceia de Natal, onde reinava a paz, o amor, a alegria e a felicidade… Afinal, o Natal é assim! Grupo 1: Isabel, Ana Isabel, Diogo Miguel, Cecília, Paulo, Diana – 3.º ano / turma E – EB1 Devesinha

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

TARDE MAS...CHEGAMOS!!!!

Caros colegas,
nós frequentamos a EB1 do Monte,pertencemos à turma C.
A Nossa professora é transmontana de gema.
Na turma também há meninos com raízes transmontanas e vizelenses.
Independente disso...somos todos Portugueses, adoramos aprender e andar na escola.
Este ano, pertencemos ao grupo dos alunos da família PNEP.
Assim, iremos construir um saber maior e partilhar com todos a nossa experiência!
Desculpem só chegarmos agora ao blogue!!!
O nosso lema é:
"Devagar se vai ao longe!
Depressa e bem há pouco quem!!!
Quem corre por gosto não cansa nem envelhece!!!"
Brevemente...colocaremos novidades!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A decifração: via lexical e via sub-lexical

Na aula de Língua Portuguesa do dia 5 de Dezembro de 2008, nós, os alunos do 3.º ano da turma E da E.B.1 Devesinha, fizemos várias actividades interessantes: - Realizámos um jogo de descoberta: «As Prendinhas». Aí tivemos de formar palavras e ordená-las correctamente. - Ouvimos a leitura do conto: «Ninguém dá prendas ao Pai Natal» e testámos as nossas capacidades de concentração e compreensão auditiva. - Lançámo-nos na investigação de palavras “pirata” que invadiram o conto explorado e encerrámo-las numa espécie de estrela. Essas palavras eram mesmo difíceis de decifrar!... Mas nós conseguimos! - Por fim, quisemos oferecer uma prenda ao Pai Natal. Como sabemos que ele gosta muito de ler, resolvemos dedicar-lhe uma poesia. Aqui vai o texto que escrevemos para ele. Esperamos que gostem… Escrevi o teu nome… Sobre a rua iluminada, Sobre o pinheiro enfeitado, Sobre o presépio do jardim, Escrevi o teu nome… Sobre o meu brinquedo preferido, Sobre um livro de encantar, Sobre a manta da minha cama, Escrevi o teu nome… Sobre o meu melhor amigo, Sobre o meu pior inimigo, Sobre o tic…tac… do meu coração, Escrevi o teu nome: Pai Natal! Feliz Natal ! Alunos do 3.ºAno – Turma E – E.B.1 Devesinha

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

A Consciência Linguística

No dia 21 de Novembro, começámos as aulas a ouvir uma música que falava de várias actividades e, através dela, ficámos motivados para a área de Língua Portuguesa. Foi uma aula muito divertida porque, parecendo que estávamos a brincar com as letras e com as palavras, fizemos um texto colectivo cheio de criatividade! Querem ler esse texto? E se o lerem como nós, alterando-lhe os tempos dos verbos?! Imaginem-se, por exemplo, no tempo em que serão avós e estarão a dizê-lo aos vossos netos... Aqui vai o nosso texto! Sejam criativos na vossa leitura!!! As minhas actividades de A a Z Ando na E.B.1 da Devesinha, esta escola é minha. Brinco no recreio e tenho imenso paleio! Corro com folia, porque tenho muita energia! Dramatizo um teatro e transformo-me num gato! Escrevo um texto em poesia e sinto uma grande alegria! Faço tudo devagar mas... é proíbido preguiçar! Goleio o guarda-redes e ele até sobe pelas paredes! Há tarefas para fazer e eu realizo-as com prazer. Imagino uma história e guardo-a na minha memória. Jogo basquetebol, mas prefiro o futebol. Leio um texto bonito e reconto-o por escrito. Mostro os trabalhos que fiz e fico bastante feliz! Navego na Internet da escola e ponho a informação na sacola. Ouço o(a) professor(a), porque quero ser doutor(a). Pinto várias paisagens, por isso resultam belas imagens! Questiono toda a gente, assim fico muito contente! Rio-me com facilidade, é próprio da idade... Salto no recreio e nunca me chateio. Toco trombone, mas também gosto do xilofone. Utilizo o dicionário e escrevo um texto extraordinário! Vejo televisão no ecrã logo pela manhã. Xingo o Serafim, mas não devo ser assim! Zelo a minha escola com dedicação, pois tenho um bom coração! Alunos do 3.º Ano da Turma E da E.B.1 Devesinha

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A emergência da criatividade

Olá amigos! Cá estamos de novo. O passado mês de Outubro foi o mês internacional da biblioteca escolar. Assim, a nossa turma decidiu construir uma pequena biblioteca, na nossa sala, com os livros que cada um trouxe de casa. Na aula com a professora Maria José, estivemos a analisar alguns livros e demos asas à nossa imaginação. Escrevemos vários textos diferentes tendo o livro como tema principal. Apresentamos aqui apenas um exemplo, vamos tentar colocar os outros na página da nossa escola. Em breve daremos notícias. "Na biblioteca há livros Chatos, divertidos, emocionantes, Alegres, tristes, aborrecidos. Para mim são todos interessantes! No mundo das letras perfeitas Visito várias casas. Romances, aventuras, policiais, receitas… Viajo incansável e ganho asas. Quanto mais leio, mais aprendo Quanto mais aprendo mais quero ler. Ler…viajar…navegar sem fronteiras. O livro…é o nosso meio de transporte para crescer! Façam como nós, utilizem este meio…o livro!"

Turma C - 3.º Ano - EB1 Maria de Lurdes

domingo, 9 de novembro de 2008

Lengalengas

No dia a seguir à dramatização, nós, alunos do 3º ano da turma E da EB1 da Devesinha, utilizámos a nossa criatividade para a construção de lengalengas. Surgiram ideias muito interessantes e fomos capazes de escrever lindos textos! Depois tivemos a oportunidade de aperfeiçoar a nossa expressividade. Já experimentaram ler a segredar, a gaguejar, a rir...? É bastante divertido! No final, aproveitámos a diversidade de ideias dos nossos textos, escrevemos uma lengalenga colectiva e publicámo-la no blogue da nossa turma. Consultem o nosso blogue (http://navegadoresdasletras.blogspot.com/)!

A Lenda das Sete Cidades

O dia seis de Novembro foi um dia especial para nós, alunos da turma E do 3º ano da EB1 Devesinha, porque tivemos a oportunidade de partilhar algumas actividades com os nossos colegas da turma B do 1º ano. Dramatizámos a história A Lenda das Sete Cidades. Para a tornar mais interessante construímos um cenário, pesquisámos os sons necessários e vestimo-nos a rigor.
Fomos "professores" dos alunos do 1º ano! Foi divertido escrevermos a história da forma como eles a recontaram. Os nossos colegas estão de parabéns, pois fizeram um excelente trabalho; corresponderam aos nossos objectivos!